Manifesto assinado pelas comunidades atingidas pelo complexo Minas-Rio, o Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM) e a Federação das Comunidades Quilombolas do Estado de Minas Gerais (N’Golo) afirma ser uma paralisação pacífica, legítima e ordeira. “Esta ação visa denunciar o continuado processo de opressão, violação sistemática de direitos fundamentais e degradação das condições de vida a que fomos submetidos nos municípios de Conceição do Mato Dentro, Alvorada de Minas e Dom Joaquim”, anunciam.


A manifestação acontece cinco dias após ter havido, pela segunda vez no ano, toques indevidos em sirenes do sistema de alerta do complexo Minas-Rio, na Zona de Autossalvamento (ZAS) da barragem de rejeitos, que causaram pânico e indignação nas comunidades.
Confira o Manifesto:
Foto banner: MAM
Texto: Brígida Alvim
Locução: Georgyanne Sena
Publicação: Rodrigo Teixeira
Comunicação ATI 39 Nacab