A Vale, responsável por reparar os danos causados pelo rompimento de sua barragem, na Mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, depositou em juízo pouco mais de R$ 234 milhões, para possibilitar o início do pagamento de um novo auxílio emergencial, em substituição ao PTR. A mineradora cumpriu a determinação dada pelo juiz Murilo de Abreu, confirmada liminarmente pelo Desembargador André Leite Praça, da 19ª Câmara Civel do TJMG.
Conforme cálculo divulgado ontem pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que seguirá realizando os pagamentos às pessoas cadastradas, o valor mensal que a Vale deve desembolsar para garantir o novo auxílio emergencial é de R$ 123 milhões.
Agora, o juiz Murilo deverá despachar para que o recurso seja disponibilizado para a FGV. A partir daí, a FGV poderá reiniciar os pagamentos às pessoas atualmente inscritas no PTR.